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quinta-feira, 1 de junho de 2023

Tempo de parar... pensar e recomeçar

 



E, de facto, foi um grande intervalo de escrita, neste meu espaço de reflexão.

Os motivos desta longa paragem prenderam-se, essencialmente, com a falta de inspiração neste período de prisão caseira, face a uma grave lesão muscular na barriga da perna direita.

Felizmente, está quase curada e, como tal, já está por aí o regresso às caminhadas ao ar livre e à prática regular de Ashtanga Yoga.

Deu para perceber, longo período de quase dois meses, que a recolha quase exclusiva no espaço caseiro, não fortalece ninguém, muito em especial porque as novidades em destaque nos noticiários, em qualquer dos canais televisivos, são uma verdadeira seca e que apenas os meus espaços de leitura, passatempos e música não chegaram para me fortalecer no ponto certo.

Por agora, é ir com calma, recuperar o tempo perdido e sobretudo apostar num futuro melhor e mais risonho. 


Beijos,

da Princesa! (Que acredita que tudo se consegue, quando se deseja Muito!) 

sábado, 27 de junho de 2020

Memórias...






E que se lixe a Pandemia e… desculpem-me, a merda do Covid-19!

Hoje, neste meu momento de paz e de introspeção, apetece-me falar das memórias mais lindas e… adivinhem quem faz parte delas?

A minha linda e adorada filha Vanessa e… a nossa cumplicidade na prática de Ashtanga Yoga, da qual somos Super Fans e, praticantes regulares, assíduas e incondicionais, há muitos... muitos anos.
Eu, cerca de 15 e ela... muitos mais!

Tantas memórias lindas e ternurentas que temos, desta cumplicidade com a prática de Yoga, que merecem ser recordadas, neste momento presente, de insegurança, instabilidade e tristeza mas, também, de muita esperança e desejo, por um Mundo melhor, mais tolerante e mais saudável.

E o meu maior desejo é que pare este muro de lamentações e de críticas constantes, em Portugal, já que… tantos e tantos seres humanos, por esse Mundo fora e, também, muitos por cá…
enfrentam verdadeiros problemas e dificuldades, na sua dinâmica familiar.

Ter fome e não ter como a matar, ficar sem emprego e sem rendimentos regulares, correr riscos de ficar sem casa e de não ter condições de habitação, com um mínimo digno de condições de vida é, bem mais grave, do que ter que ficar em casa a trabalhar, em modo remoto, e ter que respeitar o distanciamento social, embora, isso nos entristeça e, também, nos retire alguma dinâmica de vida.
 
E, por favor, parem de falar das desgraças dos milhões de Euros do Futebol já que, esse é um muro de lamentações e de afronto, aos reais dramas de Vida, neste momento

A esperança por um Mundo melhor, mais tolerante e, mais atento às graves desigualdades sociais vigentes é, sem dúvida, o meu maior desejo! 

Beijos,
da Princesa!